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Soluções para a falta de Engajamento!

3 soluções para o problema da falta de engajamento

“- Está difícil engajar a minha equipe!” Esta é uma afirmação, com ares de queixa, bastante comum entre os gestores, independentemente do porte e do segmento da empresa. A falta de engajamento é um problema sério e se percebe quando os membros da equipe não cumprem com os processos previamente estabelecidos, não se preocupam em aperfeiçoá-los. Sem processo atualizado, não se tem melhoria contínua e a qualidade necessária para ganhar o mercado. A falta de engajamento também se manifesta no relaxamento que ocorre com relação às metas. Muitos nem se quer sabem ou se lembram das metas da empresa e das suas metas individuais. Enquanto alguns gestores acabam se conformando com a situação e ficam a mercê da sorte, outros não desistem e buscam adotar medidas concretas para reverter o problema. Destaco 3 procedimentos, que quando bem aplicados, viram soluções. para conquistar o tão sonhado engajamento:

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10 Métricas que ajudam na gestão das vendas

A venda é um dos processos mais críticos de um negócio. Ter metas e métricas para gestão das vendas que indiquem o desempenho é essencial para que o processo atinja seus objetivos e possa permitir evoluções.

Metas e métricas para gestão das vendas

Quem não quer vender mais?

Selecionamos 10 Metas e métricas para gestão das vendas:

 

1. Vendas
Total vendido num determinado período. Este indicador pode ser medido de duas formas: em reais e em unidades

 

2. Vendas por vendedor
Total de produtos ou serviços vendidos por vendedor. Este indicador pode ainda ter derivações que correspondem ao percentual de vendas de cada vendedor na relação com todos.

 

3. Ticket médio
Quantidade de receita gerada por um vendedor dividida pelo número de negócios fechados no mesmo período.

 

4. Negócios prospectados
Métrica também conhecida como topo de funil. Total de contatos iniciados com potencial de converter em negócio fechado.

 

5. Negócios prováveis
Prospecções com boas chances de ter a venda efetivada. Esta métrica pode ser medida em volume e em percentual.

 

7. Negócios fechados
Corresponde ao fundo do funil das vendas e pode ser medida em volume e em percentual.

 

8. Comissionamentos
Valor remunerado para cada vendedor em função das vendas realizadas.

 

9. Satisfação dos clientes
Grau de satisfação do cliente, medido após a entrega do produto ou serviço.

 

10. Reclamações
Volume de reclamações de clientes insatisfeitos com o serviço ou produto vendido.

 

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Planejamento Estratégico não é Evento… é Processo!

Planejamento Estratégico não é evento… é processo! Ao reduzirmos o Planejamento Estratégico a um evento, temos uma visão de que o mesmo é estático, inflexível ou – até mesmo – inútil, pois resulta apenas na elaboração de documentos extensos sobre o que foi discutido, mas que, ao longo do tempo, permanecerão engavetados.

Planejamento Estratégico não é Evento... é Processo!

Tais documentos – chamados de “Planejamento Estratégico” – verão a luz do dia apenas no “evento de revisão do Planejamento Estratégico”, normalmente realizado uma vez por ano. E pior, os participantes verão que nada do que foi discutido e definido foi realmente executado. Isto, com certeza, não é PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO!!! 

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO é o processo de formulação, execução e gestão da Estratégia Organizacional, estabelecida a DIREÇÃO, de forma que a empresa se desenvolva e obtenha melhores resultados e performance no futuro.

As reuniões de formulação da Estratégia Organizacional, neste caso eventos, onde se faz o diagnóstico estratégico, se define os objetivos estratégicos, as metas e os planos de ação, são apenas o pontapé inicial do “Processo Contínuo de Planejamento Estratégico”.

Planejamento Estratégico não é evento… é processo!

Ao assumirmos o Planejamento Estratégico como evento, levantamos em conta apenas a formulação e esquecemos a EXECUÇÃO e a  GESTÃO, as quais proporcionaram a verdadeira Performance de Resultados.  Mas, para isso, é preciso DISCIPLINA! Sim, disciplina para que todos os níveis da organização se comprometam com o Plano, de forma que o estratégico vire parte do dia a dia. Assim, aqueles que estão mais próximos dos produtos e dos clientes dentro deste processo contínuo de Planejamento Estratégico podem e devem trazer ideias e soluções que contribuam para os resultados desejados.

Disciplina que também envolve o monitoramento constante da execução e de reuniões de acompanhamento. Isto, entretanto, não significa duvidar da Estratégia a todo momento! Pelo contrário significa estar atento ao surgimento de mudanças ambientais (internas ou externas) e à agilidade dos mercados e capacitar a empresa a responder efetivamente por meio de Estratégias Emergentes, o que, definitivamente, nunca será possível num “Planejamento Estratégico como evento”… Será que dois ou três anos depois do “evento”, nada mudou? Será que não entraram novos concorrentes? Será que novas tecnologias não surgiram?

Disciplina para manter o foco na MISSÃO e não se deixar distrair por qualquer promessa de “lucro fácil a baixo custo”! Disciplina para gerenciar as mudanças que ocorrem! Disciplina para manter atualizados os Objetivos Estratégicos, assim como medi-los constantemente com base nos Indicadores! Disciplina para recompensar os esforços das equipes pelas Metas atingidas!

Esqueça o “Planejamento Estratégico como Evento” que está engavetado, desacreditado e sem resultados!!! Planejamento Estratégico é trabalho contínuo e disciplina. Planejamento Estratégico não é evento… é processo!

Fonte:

BCF - Estratégia e Tecnologia

 
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10 Métricas financeiras indispensáveis para uma gestão eficiente

Banner Artigo - 10 Métricas

Também conhecidas como indicadores de desempenho financeiro, são essenciais para o gestor ter as finanças sob controle. Na medida em que as métricas são acompanhadas sistematicamente, é possível identificar aquelas que estão atingindo as metas e aquelas que não estão. A partir disso o gestor pode implementar eventuais melhorias e correções com muito mais segurança, bem como promover os investimentos necessários para fazer o seu negócio crescer. Selecionamos 10 métricas básicas que não podem sair do radar da boa gestão:

 

1. Receita bruta
É o faturamento corresponde ao somatório dos ganhos que foram obtidos em dado período.

 

2. Receita líquida
É o faturamento corresponde ao somatório dos ganhos que foram obtidos em dado período, deduzindo-se os impostos.

 

3. Custo fixo
Despesas que não variam, mesmo com as alterações do faturamento, para mais ou para menos.

 

4. Custo variável
Despesas que variam de um mês para outro, podendo não ocorrer em determinados meses.

 

5. Lucro bruto
Receita bruta, subtraindo o custo fixo e o custo variável.

 

6. Lucro líquido
Receita líquida, subtraindo o custo fixo e o custo variável.

 

7. Lucratividade
Percentual obtido da divisão entre o lucro líquido e a receita bruta.

 

8. Inadimplência
Valor que corresponde ao não pagamento de um faturamento dentro da data de vencimento.

 

9. Grau de endividamento
Percentual obtido da divisão do passivo (contas a pagar, empréstimos, impostos, salários) pelo ativo (contas a receber, saldo em caixa, bancos, estoque).

 

10. Ticket médio
Divisão do faturamento bruto pelo volume de vendas, realizadas no período.

 

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10 Dicas de leitura para esquentar a gestão

Os Livros de gestão tem ganhado cada vez mais espaço nas livrarias, cada vez mais procurado por gestores e empreendedores para se manterem atualizados. Por essa razão, preparamos uma lista com 10 dicas de livros que vão melhorar a sua gestão:

 

10 dicas de livros que vão melhorar a sua gestão

1 – O mundo é dos incompetentes: 7 estratégias para acelerar a sua chegada ao topo – Brendan Reid – Ed. Benvirá

Como executivos considerados incompetentes conseguem conquistar cargos tão altos? Em algum momento da sua carreira, você certamente já se fez essa pergunta. Assim como Brendan Reid, autor deste livro que é uma das 10 dicas de livros que vão melhorar a sua gestão. Quando iniciou sua vida profissional, Brendan estava certo de que teria uma trajetória brilhante pela frente. Tinha boa formação acadêmica, era apaixonado pelo que fazia e, modéstia à parte, bastante talentoso. Para ele, como para a grande maioria de nós, o segredo do sucesso estava na inteligência, na dedicação ao trabalho e na busca constante por resultados. No entanto, depois de alguns anos, ele se viu completamente estagnado, enquanto seus colegas incompetentes ascendiam meteoricamente. Brendan resolveu parar de criticá-los e buscar entender por que aqueles espertinhos estavam se dando tão bem. Depois de anos de pesquisa, ele conseguiu definir sete estratégias nada convencionais, mas cruciais, para o sucesso profissional nunca seja passional com suas ideias, abrace as mudanças odiadas por todos, aprenda a promover seus projetos, evite a farsa da orientação para resultados, não faça parte do rebanho, procure grandes problemas para solucionar e nunca responsabilize os outros. Todas elas são explicadas em detalhes neste livro. Depois de defini-las, Reid entendeu, de uma vez por todas, que, se participasse do jogo-padrão, nunca teria chance de progredir. Em O mundo é dos incompetentes, ele sugere que você junte essas estratégias adversas ao seu talento e à sua inteligência. Este, sim, é o plano perfeito e fará de você um profissional imbatível!

 

10 dicas de livros que vão melhorar a sua gestão

2 – Contágio: por que as coisas pegam – Jonah Berger  – Ed. Leya

O que faz algo ser realmente um sucesso de público? Se você respondeu propaganda, pense de novo. Hoje as pessoas não dão mais tanta importância para anúncios, elas escutam opiniões. Mas por que falamos mais sobre certos produtos e ideias do que outros? Por que algumas histórias e boatos se espalham com mais facilidade? E o que faz um conteúdo on-line tornar-se viral? Jonah Berger, professor de Marketing de Wharton, passou a última década respondendo essas perguntas. Ele estudou, por exemplo, por que artigos do The New York Times estão sempre na lista dos textos mais enviados por e-mail, ou por que alguns produtos geram boca a boca, e como a influência social define desde os carros que compramos às roupas que vestimos e os nomes que damos a nossos filhos. Neste livro, Berger revela a ciência secreta por trás do viral e da transmissão social. O autor apresenta seis princípios básicos que impelem todos os tipos de coisas a se tornarem contagiosas, de bens de consumo e iniciativas políticas a boatos no ambiente de trabalho e vídeos no YouTube.

 

10 dicas de livros que vão melhorar a sua gestão

3 – Vivendo com não elefantes: quando simplificar demais pode complicar a vida das empresas – Yves Moyen – Ed. Virgiliae

O mundo empresarial é cheio de armadilhas, uma delas é a tentativa de encarar tudo numa apresentação de PowerPoint. Sim, é preciso simplificar as situações para facilitar o entendimento e comunicação, mas muitas vezes o efeito é nefasto, acabam-se montando planos e estratégias ignorando a complexidade inerente da vida humana e empresarial. Nesta obra repleta de casos de sucesso e insucesso o autor apresenta o interessante conceito do DNA empresarial: Ideologia + Energia (Paixão e Ambição) + Valor (Inovação e Execução) + Ética. Mas se você quer saber o que são os não-elefantes, calma, apenas um jeito de alguns físicos falarem sobre a excessiva e incorreta simplificação do mundo. Com apêndice prático sobre o que fazer na próxima segunda pela manhã, além de um apanhado rico sobre a história do pensamento humano e das teorias de administração, este livro é um manual de para gestores.

 

10 dicas de livros que vão melhorar a sua gestão

4 – Sistemas colaborativos – Hugo Fuks e Mariano Pimentel – Ed. Campus

Neste livro, os conteúdos sobre sistemas colaborativos estão organizados de forma disciplinar. São analisados os sistemas que dão suporte ao trabalho em grupo, tais como redes sociais, sistemas de comunicação, ambientes virtuais colaborativos. São discutidos os aspectos sociais relacionados ao uso e também os aspectos técnicos relacionados ao desenvolvimento dos sistemas colaborativos. O objetivo educacional do livro é promover a competência em analisar e projetar sistemas colaborativos para o trabalho e a interação na sociedade conectada.

 

 

10 dicas de livros que vão melhorar a sua gestão

5 – Gamificar: como a gamificação motiva as pessoas a fazerem coisas extraordinárias – Brian Burke – Ed. DVS

A gamificação surgiu como um meio de garantir essa vantagem, e as organizações estão começando a perceber essa importante ferramenta dentro de sua estratégia de engajamento digital. O livro Gamificar mostra como a gamificação poder ser usada não apenas para incentivar as pessoas a mudarem seus comportamentos e desenvolverem novas habilidades, mas também para estimular a inovação. Além disso, o ponto central dos objetivos da gamificação é o espaço em que se alinham os objetivos comerciais e aqueles dos “jogadores”. Como dois lados de uma mesma moeda, as metas dos participantes e das empresas podem até parecer dissimilares, mas, com frequência, representam a mesma coisa, só que expressa de maneiras distintas. A chave para o sucesso da gamificação é envolver as pessoas em um nível emocional, motivando-as a atingir seus próprios objetivos. Repleto com histórias de sucesso oriundas de todos os setores comerciais, o livro Gamificar representa um importante guia para empreendedores e líderes empresariais empenhados em iniciativas de gamificação. Essa obra explica de que maneira evitar armadilhas e introduzir as melhores práticas, garantindo a compreensão clara dessa nova e promissora estratégia de negócios.

 

10 dicas de livros que vão melhorar a sua gestão

6 – Construindo um negócios melhor com a utilização do método Lego Serious Play – Per Kristiansen e Robert Rasmunssen – Ed. DVS

Construindo um Negócio Melhor com a Utilização do Método Lego Serious Play oferece uma abordagem criativa para inovar e melhorar a performance profissional, focando na utilização do brincar para desbloquear o potencial humano nas organizações. Baseado em anos de pesquisa e escrito por Per Kristiansen e Robert Rasmussen – os dois Master Trainers originais para Lego Serious Play –, o livro mostra claramente como o método pode desenvolver times, pessoas, relacionamentos e, em última análise, melhorar os negócios. Por meio da fusão entre jogo e desenvolvimento organizacional, sistemas de pensamento e desenvolvimento estratégico, Lego Serious Play mostrou melhorar a qualidade das reuniões, acelerar processos de inovação, promover o crescimento de equipes e aumentar a qualidade da comunicação. Repleto de exemplos ilustrativos, o livro mostra como a construção com blocos de Lego libera a imaginação e o potencial que está normalmente inacessível pela mente lógica. Como explicam os autores, esta é uma abordagem inovadora do tipo “mãos na massa e mentes ligadas”. Ao longo do livro, eles exploram tanto a teoria quanto a implementação prática do Lego Serious Play, que pode aumentar a performance organizacional dramaticamente. O método provou ser bem-sucedido em organizações de todo tipo, no mundo todo. Ele tem sido utilizado por governos locais, organizações de serviços globais, grandes bancos, startups, organizações internacionais e indústrias, e tem o potencial de maximizar a sinergia entre os times de qualquer empresa.

 

10 dicas de livros que vão melhorar a sua gestão

7 – Organizações exponenciais: por que elas são 10 vezes melhores, mais rápidas e mais baratas que a sua (e o que fazer a respeito) – Salim Ismail, Michael S. Malone e Yuri van Geest – Ed. HSM

Nenhuma empresa poderá acompanhar o ritmo de crescimento definido pelas organizações exponenciais, se não estiverem dispostas a realizar algo radicalmente novo – uma nova visão da organização que seja tão tecnologicamente inteligente, adaptável e abrangente quanto o novo mundo em que vai operar – e, no final de tudo, transformar. Os autores pesquisaram exaustivamente os padrões das empresas exponenciais mais importantes do mundo nos últimos seis anos, tais como Waze, Tesla, Airbnb, Uber, Xiaomi, Netflix, Valve, Google (Ventures), GitHub, Quirky e 60 outras empresas, incluindo empresas de sucesso, como GE, Haier, Coca Cola, Amazon, Citibank e ING Bank e entrevistaram mais de 70 líderes globais e pensadores, para trazer uma nova e ampla visão sobre as tendências organizacionais e tecnológicas essenciais, que podem ser aplicadas nas startups, empresas de médio porte e nas grandes organizações.

 

10 dicas de livros que vão melhorar a sua gestão

8 – Olhe mais além: uma abordagem comprovada sobre inovação, crescimento e mudança – Andy Stefanovich – Ed. DVS

O autor mostra que a verdadeira inovação é uma disciplina que deve ser incorporada às organizações, negando a ideia difundida de que se trata de um surto de criatividade ou de apenas insights eventuais. “Olhe Mais Além” mostra como o leitor pode cultivar e canalizar a inspiração se pensar de maneira diferente – e estimular outras pessoas a ter a mesma atitude. Concebido para ser um guia individual e organizacional de orientação prática, o livro enfatiza a etapa inicial do ciclo formado por inspiração, criatividade e inovação. Fundamentado em cinco princípios que desatrelam e desencadeiam a criatividade dentro das organizações, “Olhe Mais Além” explora: – A atmosfera (MOOD): As atitudes, os sentimentos e as emoções que criam o contexto para a inspiração e a criatividade. – A mentalidade: O alicerce intelectual e a capacidade inerente que cada um de nós tem para se inspirar e pensar de maneira diferente. – Os mecanismos: A utilização das ferramentas e dos processos de criatividade. – A mensuração: O desempenho qualitativo e quantitativo e a orientação para oferecer um feedback crítico. – O momentum: A defesa e a celebração contínuas da inspiração e da criatividade para gerar um ciclo autorreforçador que germina a inovação. Em conjunto, esses cinco pilares – originalmente chamados de cinco Ms – podem funcionar como uma ferramenta de diagnóstico e um guia para inspirar indivíduos, envolver e capacitar equipes e transformar organizações para que se tornem verdadeiros modelos de inovação.

 

10 dicas de livros que vão melhorar a sua gestão

9 – Desenhe sua estratégia de negócios: transforme decisões com o poder dos elementos visuais – Christione Chopyak – Ed. DVS

O livro de Christine Chopyak, mostra como empresas estão obtendo sucesso com o uso de ilustrações e cores em suas estratégias. A obra parte de estudos científicos que demonstram o poder da utilização de figuras, desenhos e gráficos em mobilizar os dois lados do cérebro e, com isso, aproveitar-se da imaginação para propiciar novas possibilidades de negócios – que, de outro modo, poderiam passar despercebidas. “Desenhe sua Estratégia de Negócios” irá ajudar o leitor a se tornar um mestre nos princípios da ilustração estratégica – um sistema comprovado para a visualização de ideias. Imagens e estratégias ganham vida nas salas de reuniões e conferências, de um jeito rápido, fácil e inteligente. De posse de apenas algumas canetas piloto e papel, o livro mostra como: – Usar figuras para reestruturar, reorganizar e repensar seu plano de negócios; – Estabelecer linhas comuns entre pessoas, processos e produtividade; – Criar novas possibilidades de negócios por meio das figuras e do compartilhamento de ideias; – Mapear seu progresso com benchmarks e objetivos; – Criar um mapa com um projeto de atividades que permita que a equipe veja o quadro geral – e, com isso, torne esse projeto mais bem-sucedido. O livro, voltado a pessoas acostumadas a desenhar ou não, está repleto de dicas inteligentes de desenho e estruturas simples que ajudam a liberar a criatividade para colocar ideias em prática. Desenvolvido por Christine Chopyak na “Alchemy: The Art of Transforming Business”, a obra propõe um modelo de negócios para que qualquer um consiga desenvolver ações específicas “visíveis”, ou seja, capazes de serem medidas, rastreadas e expandidas para outras áreas de uma empresa.

 

10 dicas de livros que vão melhorar a sua gestão

10 – Um novo jeito de trabalhar: para ser uma das empresas mais criativas e bem-sucedidas do mundo – Laszlo Bock – Ed. Sextante

Um novo jeito de trabalhar apresenta os bastidores da gigante do Vale do Silício, compartilhando detalhes sobre os processos de recrutamento e seleção, a importância da cultura e as ferramentas de gestão e avaliação de pessoas. Também revela por que o Google é eleito ano após ano um dos melhores lugares para se trabalhar. Repleto de exemplos de ações que melhoraram o desempenho e a satisfação dos funcionários, o livro apresenta princípios claros que podem ser colocados em prática, não importa se sua equipe tem uma ou milhares de pessoas. Conheça alguns deles: – Contrate apenas pessoas melhores que você em alguma coisa, não importa quanto tempo isso leve. – Não confie somente no instinto: use dados para prever e moldar o futuro. – Faça da transparência o padrão e esteja aberto para receber feedback. – Aprenda com os melhores funcionários – e também com os piores. – Tire o poder dos gerentes e confie em seu pessoal. – Se você estiver confortável com a liberdade que deu a seus funcionários, não deve ter dado liberdade o bastante.

 

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A Síndrome do Bombeiro

síndrome do bombeiro

 

A Síndrome do Bombeiro na Gestão Estratégica

A Síndrome do Bombeiro atinge muitos gestores, que perdem muito tempo apagando incêndios, atividade de bombeiros.

Incêndios que se traduzem em problemas e tarefas que poderiam ser evitadas se houvesse um bom planejamento. Uma das consequências é que o gestor acaba sendo muito operacional e pouco estratégico.

 

Antes de começar nossa conversa, é bom salientar que honramos a profissão de bombeiro. Apenas recorremos a um jogo de linguagem, que cita o bombeiro, para ilustrar que mais vale prevenir do que remediar, como tantas vezes já ouvimos falar.

O próprio bombeiro prefere trabalhar na prevenção de um incêndio do que apagá-lo, porém quando pensamos no bombeiro, pensamos muito mais na sua atuação no combate ao incêndio.

 

E você, se identifica com a Síndrome do Bombeiro?

Você deve estar se perguntando: “Será que eu tenho a síndrome do bombeiro?

Vamos explicar!

A síndrome do bombeiro é quando você precisa se envolver na solução de problemas, que poderiam ter sido previstos na fase do planejamento. Como não houve planejamento, não houve também a previsão de problemas, que poderiam ter sido evitados.

Como prevalece a cultura de não planejar, a própria solução para o problema que surgiu pela falta de planejamento é tratada sem um planejamento, fazendo com que um novo problema surja.

Na tentativa de resolver um problema, se cria outros. Até que a solução final seja encontrada, muitas tentativas serão realizadas, gerando desperdício de recursos humanos e financeiros, fora a perda de oportunidades.

A maioria dos contratempos que acontecem, existem pela ausência de uma visão e atitude mais estratégica. O planejamento é estratégico consiste em pensar na frente.  

Primeiro avaliar impactos e ameaças, depois sistematizar o que será feito, em quanto tempo, por quem e a que custo.

É durante esse processo que percebemos algo que parecia ser muito bom, mas na verdade não é tanto assim.

Muitas vezes é na fase do planejamento que nos damos conta que um ação não é viável e a decisão de não realizá-la evita equívocos e retrabalho.

Planejamento Estratégico é um investimento

Tempo é dinheiro e você não pode incorrer no erro de perder ambos quando quer o contrário, ter mais tempo e ganhar mais dinheiro.

Apesar de todos os benefícios que um bom planejamento traz, ele ainda é visto muito mais como um custo do que um investimento.

O que é um grande equívoco, pois sem planejamento, não há como enfrentar os imprevistos e as perdas são muito maiores.

O tempo investido em planejar, sempre será menor do que aquele de quando se age sem planejamento para conquistar o melhor resultado.

O resultado de desprezar a etapa do planejamento pode vir no curto ou longo prazo.

Entregas de trabalhos com atraso, clientes insatisfeitos com a qualidade de seus serviços, entre outras consequências podem, inclusive, afetar a imagem da empresa diante de seus consumidores.

É assim que a empresa literalmente “se queima”.

Em suma: a falta do hábito de planejar gera perdas muito maiores a ponto de  comprometer a gestão do seu negócio.

Deixe o trabalho do bombeiro para o bombeiro!

As empresas têm muito mais sucesso e reconhecimento quando os seus gestores conseguem romper com a cultura da falta de planejamento e assumem um papel muito mais de engenheiro do que bombeiro.

Criar o hábito de planejar, antes de sair fazendo é fundamental para uma organização e atingir suas metas e chegar aonde deseja.

Se planejar dá trabalho, “apagar incêndios” dá mais trabalho ainda. É uma questão cultural que pode ser superada com uso de tecnologias especializadas em planejamento.

O software de planejamento estratégico Scopi é uma delas. Ele é intuitivo e muito fácil de usar. Tem um passo a passo com vídeos tutoriais que ensinam a criar o planejamento e depois acompanhar toda a sua execução.

Acesse www.scopi.com.br e peça uma demonstração. Com o Scopi e um bom planejamento nunca mais você precisará apagar “incêndios” e “não vai correr o risco de se queimar”.

Marcos Kayser – CEO Scopi

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Planejamento Estratégico ou Gestão Estratégica?

Planejamento ou Gestão

Esta é uma pergunta feita especialmente por gestores de micro e pequenas empresas. Nas empresas maiores não há esta dúvida. O que há é uma enorme dificuldade em implementar a segunda (Gestão Estratégica). Mas antes de responder objetivamente, vamos entender o que significa e comporta uma e outra. É bem provável que ao final da descrição de cada uma já teremos a resposta.

Tomando como base a Wikipédia, “Planejamento Estratégico é um processo gerencial que se refere à formulação de objetivos para a seleção de planos de ação e para sua execução, levando em conta as condições internas e externas à empresa e sua evolução esperada. É um processo envolvendo administradores de todos os níveis da organização, que formulam e implementam objetivos estratégicos. O planejamento estratégico prevê o futuro, em relação ao longo prazo. De uma forma genérica, consiste em saber o que deve ser executado e de que maneira deve ser executado, sendo crucial para o sucesso da organização e de responsabilidade sobretudo dos gestores.”

A mesma Wikipédia diz que “Gestão Estratégica é um termo que se refere às técnicas de gestão, avaliação e ao conjunto de ferramentas respectivas (como software) concebidas para ajudar organizações privadas e públicas na tomada de decisões estratégicas e no alcance de seus objetivos. Para uma Gestão Estratégica ser implementada é fundamental que o gestor apresente dinamismo e tenha habilidade para organizar uma equipe com missão, visão e valores.”

Assim, ficou fácil. Planejamento estratégico e gestão estratégica são complementares. Não se trata de um ou outro, mas de um e outro. Um depende do outro. O planejamento não terá resultados sem uma boa gestão. É muito comum as organizações elaborarem o planejamento estratégico e não conseguirem executá-lo por problema de gestão. Os objetivos estratégicos, as metas, os planos de ações somente serão executados com qualidade e dentro do prazo estimado se houver mecanismo de controle, incluindo tecnologias que auxiliam em todo o monitoramento do planejamento.

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Planejamento Estratégico: O Que é e Como Fazer

Planejamento estratégico é projetar o futuro, a partir de uma análise sobre o passado e presente. Por essa razão, o planejamento estratégico é um processo contínuo.

O que é Planejamento Estratégico?

Planejamento estratégico se trata de um processo constante e sistemático que permite definir o caminho a ser seguido por uma organização, visando atingir um ou mais objetivos, dentro de um contexto previamente analisado.

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8 Erros mais comuns no Planejamento Estratégico

8 erros mais comuns

Conheça os erros mais comuns sobre a utilização do Planejamento Estratégico e transforme essas adversidades em estratégias de sucesso para o crescimento contínuo de sua empresa.

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3 Motivos que impedem o empresário brasileiro de planejar

Na história dos atletas campeões, das empresas bem sucedidas e dos países desenvolvidos, o planejamento estratégico está sempre presente, o que nos faz constatar que o sucesso depende do ato de planejar. No Brasil, talvez por ser ainda um país jovem, percebemos a falta da cultura do planejamento, se compararmos com países considerados desenvolvidos. Esta falta de cultura do planejamento pode ser percebida tanto no setor privado como no setor público. Aqui, separamos 3 motivos que impedem a maioria dos empresários de planejarem:

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